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Importação deve ficar mais em conta

25 de abril de 2022
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O mês de Abril está quase acabando mas as notícias do mundo do Comex estão a todo vapor! Confira os três principais destaques da semana 16:

01 – Gecex aprova novas reduções de tarifas de importação

Durante a semana 16, o Comitê-Executivo (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou um conjunto de pleitos para a redução de tarifas de importação.

Os pedidos são para zerar o imposto de 15 itens a fim de evitar o desabastecimento no país e outros para baixar a 2% de permanente as alíquotas de 13 produtos na Tarifa Externa Comum (TEC). As medidas ainda serão enviadas para apreciação dos demais membros do bloco, na Comissão de Comércio do Mercosul (CCM).

Os cortes incluem alíquotas de substâncias químicas utilizadas na produção de maquiagens e tinturas; corantes de cabelo; éter para fabricação de concreto; tintas para impressão; máquinas de café; raquetes de tênis e proteínas para indústria de alimentos.

O Gecex também aprovou 13 pleitos de alterações permanentes na TEC, baixando para 2% as alíquotas que hoje estão entre 10% e 16%. A medida inclui produtos químicos usados por diversos segmentos industriais, além de itens para bicicletas, eletroímãs, alho em pó, chapas, folhas e tiras de alumínio.

Esses pleitos ainda deverão ser analisados pelo CT-1.

02 – Exportação de alta tecnologia ainda não se recuperou

Com exportação em queda desde o início da pandemia, os produtos de alta tecnologia são caracterizados pelo grau de agregação de valor que recebem e pela quantidade de tecnologia empregada para que funcionem.

Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), este é um dos únicos setores que ainda não se recuperou no período pós-pandemia.

A previsão para esse ano ainda é de estagnação nas exportações e deve ser utilizado para manutenção do setor. Isso acontece por causa da demanda externa, que está comprometida em função do cenário internacional.

Entre os principais bens de alta tecnologia produzidos pelo Brasil estão aeronaves, produtos farmacêuticos, máquinas e equipamentos especiais, como por exemplo, aqueles mais robóticos usados na produção de automóveis, computadores e armamentos.

03 – Volta de eventos presenciais impulsiona exportação de calçados

Após ficar em stand by devido a pandemia, o setor calçadista está a todo vapor com a volta das feiras presenciais.

A presença brasileira em feiras físicas e missões comerciais é parte fundamental da estratégia de internacionalização do setor, que tem no Brazilian Footwear, o desenvolvimento de ações e projetos com o objetivo de multiplicar o calçado “made in Brasil” mundo afora.

Somente no primeiro trimestre de 2022, os calçadistas brasileiros somaram o embarque de 40,70 milhões de pares, que geraram US$ 320,65 milhões, alta de 27% em volume e 65% em receita no comparativo com o mesmo período do ano passado.

Um dos motivos para esse aumento está na retomada às feiras e missões comerciais. Só esse ano já aconteceram: Expo Riva Schuh (Itália), Playtime (EUA), Magic Las Vegas (EUA), Atlanta Shoe Market (EUA), Magic NY (EUA) e Micam (Itália). Tais eventos geraram US$ 38 milhões em negócios.

A expectativa é encerrar 2022 com 9% de incremento médio nos embarques e participar de mais 10 feiras internacionais na Itália e EUA.

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