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28
fevereiro
2018
1 comentário.

Conheça os onze Incoterms utilizados no comércio internacional

Representados por meio de siglas compostas por 3 letras, os Incoterms são reconhecidos em todo o mundo. Os onze termos utilizados no comércio nternacional se dividem em quatro categorias pelos grupos de letras E, F, C e D.  Conheça quais são:

 

Grupo E – Partida 

Os produtos são disponibilizados ao comprador na fábrica ou instalações do vendedor.

EXW – Ex Works – Na fábrica

Pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte, seja ela terrestre, marítima ou aérea. Ao se fechar um contrato do tipo EXW, o vendedor somente tem que disponibilizar a mercadoria no local e data marcada. A partir daí, o comprador deve providenciar o transporte da mercadoria e arcar com todos os riscos, custos e desembaraço de exportação na origem.

 

Grupo F – Transporte Principal Não Pago

O exportador se obriga a entregar os produtos ao transportador contratado ou indicado pelo comprador.

FCA – Free Carrier – Franco Transportador 

Pode ser utilizado tanto na modalidade de transporte terrestre, quanto aéreo ou marítimo. O vendedor disponibiliza a mercadoria em um local previamente acordado ainda no país de origem, onde a transportadora do comprador recepcionará a mercadoria e passará a se responsabilizar por ela.

FAS – Free Alongside Ship – Livre no Costado do Navio 

O transporte principal só pode ser aquaviário, ou seja, marítimo, fluvial ou lacustre. A responsabilidade do exportador se encerra no momento em que ele deposita a mercadoria, ao lado do navio que fará o transporte principal, no cais ou em embarcação auxiliar.

FOB – Free on Board – Livre a Bordo do Navio

Pode ser utilizado para a modalidade aquaviária. O vendedor se compromete a entregar a mercadoria já desembaraçada dentro do navio.

 

Grupo C – Transporte Principal Pago

O vendedor se obriga a contratar o transporte dos produtos sem assumir riscos de perda, extravio ou dano, nem despesas adicionais decorrentes de fatos ocorridos após o embarque.

CFR – Cost and Freight – Custo e Frete

Somente para o transporte aquaviário. Neste caso, o exportador se responsabiliza pelo desembaraço da mercadoria na alfândega de seu país, que, ao passar o costado do navio, passa a ser de responsabilidade do importador, que pode ou não optar pelo seguro da carga.

CIF – Cost Insurance and Freight – Custo, Seguro e Frete

Utilizado em casos de transporte aquaviário. O exportador é o responsável por todos os custos do transporte da mercadoria, incluindo o seguro, sendo responsável pela mesma até que ela cruze o costado do navio no porto de destino.

CPT – Carriage Paid To – Transporte pago até certo destino

Utilizado nas modalidades terrestre, marítima e aeroviária. O exportador se responsabiliza pela contratação do transporte da origem até um local pré-definido no país de destino, pelo desembaraço alfandegário no país de origem, entregando a mercadoria a um responsável indicado no país de origem. Nesse caso, o seguro fica por conta do importador.

 

Grupo D – Chegada

O vendedor se obriga a arcar com todos os custos e riscos inerentes ao transporte e entrega dos produtos ao local de destino.

DAT – Delivered at Terminal – Entregue no Terminal

Pode ser utilizada em qualquer modalidade de transporte internacional. A responsabilidade pelo desembaraço em seu país e pelo transporte até o momento em que a carga é entregue no terminal de carga citado no contrato. A partir desse ponto, é o importador que passa a ser responsável pela mesma.

DAP – Delivered at Place – Entregue no local

Aplicado a qualquer modalidade de transporte. O desembaraço de exportação e o transporte ficam por conta do exportador até o local combinado no país de destino. A partir desse ponto, o desembaraço de importação e a descarga da mercadoria passam a ser responsabilidade do importador.

DDP – Delivered Duty Paid – Entregue com direitos pagos 

Aplicado a qualquer modalidade de transporte. Fica a cargo do exportador o desembaraço, taxas e o transporte desde a origem até o destino apontado pelo importador.

Obs: em virtude do vendedor estrangeiro não dispor de condições legais para providenciar o desembaraço para entrada de bens do país, este termo não pode ser utilizado na importação brasileira, devendo ser escolhido o DAT ou DAP, no caso de preferência por condição disciplinada pela CCI.

 

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Comentários

INCOTERMS 2010 – Aduaneiro On-line

quarta-feira, 7 março 2018

[…] https://mastersul.com.br/blog/conheca-os-onze-incoterms/ […]

Cerli Aparecia Stelzner

terça-feira, 7 novembro 2017

Parabéns pelo sucesso do evento Haloween, são momentos assim que ajudam o colaborador na socialização, aliviar o estresse que as vezes nem é do trabalho em si, mas de problemas pessoais, aumenta a motivação e maior interesse em vestir a camisa da empresa.

Master Sul

terça-feira, 7 novembro 2017

Olá Cerli, Sim é sempre bom parar um pouco para lembrar que o trabalho também é um lugar divertido. Obrigado pelo contato!

Cleverson Ferreira da Silva

terça-feira, 8 agosto 2017

Esta cobrança é "legal"? Podem fazer terceirização dos serviços desta forma ? Não deveriam fazer licitação e divulgar no diário oficial? cabe alguma ação para esclarecer como se deu esta concessão?

visuality

quinta-feira, 10 agosto 2017

Olá Cleverson, Agradecemos o contato e quanto a sua dúvida estamos sugerindo aos nossos clientes que façam contato com a nova gestora do terminal de cargas do aeroporto para se queixarem dos valores, pois por regra o tarifário de armazenagem não poderia sofrer alterações, todavia essa taxa vem sendo cobrada como outros serviços, e o tarifário de armazenagem permanece o mesmo. Uma forma de cobrança que estamos analisando sua legalidade, por ora sugerimos que reclamem pois já está surtindo efeito, como a taxa de exportação que já foi revogada. Ficamos à disposição. Atenciosamente Mastersul Comex.

Silvia

terça-feira, 8 agosto 2017

Um absurdo esses valores! Sem falar que o serviço no aeroporto piorou muito .

visuality

quinta-feira, 10 agosto 2017

Olá Silvia, Agradecemos o contato e referente ao seu comentário,também entendemos que a privatização do terminal deveria trazer melhorias, e estamos buscando isso junto ao setor comercial da PAC LOG. Ficamos à disposição. Obrigado!