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Setor calçadista vê com maus olhos decisão da Argentina

11/07/2022
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A semana só começa depois de uma boa dose de informação! Confira os destaques da semana 27 e fique informado:

01 – Abicalçados se preocupa com medidas da Argentina que podem inviabilizar exportações

Representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) se reuniram com a Comissão do Mercosul para apresentar uma preocupação: as novas medidas impostas pela Argentina para as importações do Brasil.

Conforme a medida apresentada pelo país vizinho, os pagamentos das mercadorias só serão liberados após 180 dias. Na prática, essa atitude pode acabar inviabilizando as operações de exportação. Uma vez que muitas empresas não podem aguardar seis meses para receber.

Segundo autoridades da Abicalçados, a medida pegou o setor calçadista de surpresa, em um momento de recuperação, já que entre janeiro e maio as exportações de calçados totalizaram 64,24 milhões de pares (US$ 538,72).

A Argentina é o segundo maior mercado internacional para o calçado brasileiro, tendo importado, no mesmo período, 6,82 milhões de pares (US$ 74,62).

02 – Suinocultura pede socorro ao governo em razão da queda nas exportações

Representantes da suinocultura brasileira pediram socorro ao governo federal em audiência na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.

Segundo eles, o setor enfrenta uma crise devido à alta dos grãos e do dólar elevado, que impactam os custos da atividade, somados à queda das exportações da China.

Na ocasião, já foram traçadas possíveis soluções para o enfrentamento dessa crise:

• Uma linha de estocagem de carne suína;
• Abertura para novos mercados;
• Uma safra melhor do milho para 2022;
• Expansão do volume de crédito a partir do Plano Safra.

03 – Kuwait quer ampliar relação com Brasil

O subsecretário interino do Comércio e Indústria do Kuwait visitou a sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira com a finalidade de ampliar a relação comercial do país com o Brasil.

O representante apresentou a história e o trabalho da Câmara Árabe, lembrou que no início, o Brasil era um grande exportador de café e os países árabes, de petróleo, e que ao longo das décadas foram expandindo suas relações comerciais com outros produtos, mas ainda há espaço para diversificação da pauta.

Cerca de 60% do frango consumido no Kuwait vem do Brasil, sugerindo que a pauta seja mais diversificada para outros produtos além das aves. Ele também demonstrou interesse em ampliar as compras de gado vivo.

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