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Faturamento do agronegócio brasileiro sofre recuo após quatro anos de alta


Informação

01 – Faturamento do agronegócio brasileiro sofre recuo após quatro anos de alta

Após quatro anos consecutivos de crescimento, o agronegócio brasileiro registrou uma queda de 1,3% no faturamento das exportações em 2024, totalizando US$ 164,4 bilhões. Essa redução está ligada principalmente à diminuição de 3% no volume exportado, embora o preço médio anual em dólar tenha apresentado um aumento de 1,7%. Produtos como soja e milho foram os principais responsáveis por essa retração, com quedas significativas nos volumes exportados.

Para 2025, o cenário permanece incerto. Fatores como a imposição de tarifas comerciais podem afetar os preços dos produtos nos mercados internacionais e reordenar parcerias comerciais. Além disso, a oferta global de commodities agrícolas, influenciada por grandes produtores como Argentina, Estados Unidos e Ucrânia, desempenhará um papel crucial na determinação dos preços.

No setor de carnes, especialmente a bovina, espera-se uma continuidade na restrição da oferta devido ao ciclo pecuário, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. A demanda chinesa continuará sendo um fator determinante, já que o país asiático é responsável por mais da metade das exportações brasileiras nesse segmento.

Em termos cambiais, projeta-se que o dólar permaneça acima de R$ 5,50 em 2025, o que pode favorecer o desempenho do setor agroexportador brasileiro. Contudo, as incertezas relacionadas a políticas comerciais e variações na demanda global exigem cautela por parte dos exportadores.

02 – EUA anunciam tarifas de 25% sobre importações metálicas

Em um movimento que pode impactar significativamente as exportações brasileiras, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a intenção de impor tarifas de 25% sobre as importações de aço e alumínio. O Brasil, sendo um dos principais fornecedores desses produtos para o mercado norte-americano, poderá enfrentar desafios adicionais em suas transações comerciais.

Essas tarifas podem tornar os produtos brasileiros menos competitivos em termos de preço, levando a uma possível redução na demanda por parte dos importadores dos EUA. Além disso, há o risco de que outros países adotem medidas semelhantes ou que o Brasil enfrente dificuldades em diversificar seus mercados consumidores.

O governo brasileiro e as indústrias afetadas estão acompanhando de perto essa situação, avaliando estratégias para mitigar os possíveis impactos negativos. Entre as alternativas consideradas estão a busca por novos mercados, a diversificação da produção e a negociação diplomática para reverter ou amenizar as tarifas impostas.

É crucial que as empresas brasileiras do setor estejam preparadas para esse novo cenário, adotando medidas que garantam a manutenção de sua competitividade no mercado internacional. A adaptação às novas condições comerciais será fundamental para assegurar a continuidade das exportações e a saúde econômica do setor.

03 – Crescimento das exportações de energia no Brasil

O Brasil tem apresentado um crescimento notável na exportação de energia, impulsionado por melhorias significativas no suprimento interno. Investimentos em infraestrutura e a diversificação da matriz energética contribuíram para esse avanço, permitindo ao país atender à demanda interna e expandir sua presença no mercado internacional.

A ampliação de fontes renováveis, como energia eólica e solar, aliada ao fortalecimento de hidrelétricas e outras fontes tradicionais, aumentou a capacidade de geração energética do Brasil. Essa diversificação não apenas garante a segurança energética nacional, mas também posiciona o país como um fornecedor confiável e sustentável no cenário global.

A exportação de energia brasileira tem se direcionado principalmente para países vizinhos na América do Sul, que enfrentam desafios em suas próprias matrizes energéticas. Além disso, acordos bilaterais e regionais facilitaram o comércio de energia, fortalecendo a integração energética no continente.

Com a continuidade dos investimentos e a implementação de políticas públicas favoráveis, o Brasil está bem posicionado para ampliar ainda mais suas exportações de energia. A busca por soluções inovadoras e sustentáveis será fundamental para manter essa trajetória ascendente e consolidar o país como líder no setor energético internacional.

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