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Mudança no drawback do cacau altera dinâmica da importação


Informação

01 – Novo prazo do drawback impacta setor de cacau

O governo federal anunciou uma alteração nas regras do regime de drawback aplicadas à importação de cacau. A nova medida reduz o prazo para utilização do benefício fiscal, que antes podia chegar a dois anos, para apenas seis meses. O drawback é um mecanismo que permite a suspensão ou isenção de tributos na importação de insumos destinados à produção de bens que serão exportados.

Esse regime é amplamente utilizado pela indústria exportadora para evitar a incidência acumulada de impostos ao longo da cadeia produtiva. No caso do cacau, empresas brasileiras costumam importar amêndoas para produzir derivados como chocolate, manteiga e pó de cacau voltados ao mercado internacional.

Com a mudança, o governo busca estimular maior equilíbrio entre a produção nacional e a demanda da indústria processadora. A expectativa é que o novo prazo reduza a formação de estoques prolongados e incentive a utilização mais rápida das matérias-primas importadas.

Para empresas que operam com comércio exterior, alterações regulatórias como essa reforçam a importância de acompanhar atualizações nas políticas fiscais e aduaneiras. Ter planejamento logístico e gestão de riscos adequados é essencial para garantir eficiência e previsibilidade nas operações internacionais.

02 – Mudança em inspeção leva à suspensão de exportações de soja

Uma grande trading global suspendeu temporariamente as exportações de soja do Brasil para a China após mudanças nos procedimentos de inspeção exigidos para os embarques. A decisão ocorre em meio à implementação de novos protocolos fitossanitários que impactam diretamente a liberação das cargas destinadas ao mercado chinês.

As novas exigências envolvem ajustes nos processos de certificação e controle sanitário realizados antes do embarque das mercadorias. Com isso, algumas empresas optaram por interromper temporariamente as exportações até que os procedimentos sejam totalmente adaptados às novas regras.

O episódio chama atenção para a sensibilidade das cadeias globais de comércio, especialmente em mercados estratégicos como o da soja. A China é o principal destino do grão brasileiro, e qualquer mudança em requisitos técnicos pode influenciar diretamente o ritmo das exportações.

Diante desse cenário, acompanhar atualizações regulatórias e manter uma gestão eficiente das operações internacionais torna-se ainda mais importante. Empresas que atuam no comércio exterior precisam estar preparadas para responder rapidamente a mudanças que possam impactar logística, prazos e custos.

03 – Governo zera imposto do diesel para conter impactos da guerra

Em meio à alta internacional do petróleo provocada por tensões geopolíticas no Oriente Médio, o governo brasileiro anunciou medidas para reduzir o impacto do diesel no mercado interno. Entre as ações está a zeragem dos tributos federais que incidem sobre o combustível, com o objetivo de conter aumentos no preço final.

A decisão busca proteger setores estratégicos da economia, já que o diesel é o principal combustível utilizado no transporte rodoviário de cargas e em diversas atividades produtivas, incluindo o agronegócio. Com custos menores, a expectativa é reduzir pressões sobre o frete e sobre os preços de produtos transportados.

Além da redução de impostos, o pacote prevê mecanismos de compensação para produtores e importadores, condicionados ao repasse da redução ao consumidor final. A medida surge como tentativa de amenizar os efeitos da volatilidade do petróleo no cenário internacional.

Situações como essa evidenciam como fatores geopolíticos podem influenciar diretamente a logística e o comércio global. Para empresas que dependem do transporte de cargas e de operações internacionais, acompanhar essas mudanças é fundamental para planejar custos e reduzir riscos operacionais.

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