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13
outubro
2020
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Semana 41 – Tudo o que você precisa saber

Depois de um excelente feriado de descanso, nada melhor do que uma dose informação para começar a semana com o pé direito não é mesmo? 

Separamos aqui os três principais destaques da semana. Confira:

1 – Uma mulher vai comandar a OMC pela primeira vez na história

Em uma disputa que envolve a nigeriana Nzogi Okonjo-Iweala e a sul-coreana Yoo Myung-hee, a Organização Mundial do Comércio (OMC) terá pela primeira vez uma mulher ocupando o seu cargo máximo na Diretoria-Geral. Desde sua fundação em 1995, esta função foi chefiada exclusivamente por homens. 

Nzogi é economista e atua a mais de 30 anos na área, já ocupou cargos de ministra das Finanças e das Relações Exteriores na Nigéria e atualmente é diretora da Gavi, uma organização que trabalha para aprimorar o acesso de vacinas para crianças de países pobres. Do outro lado, Myung-hee é Ministra do Comércio da Coreia do Sul e já ocupou cargos na embaixada sul-coreana na China e na organização internacional Cooperação Econômica Ásia-Pacífico. 

O processo de votação é sigiloso e ocorre de acordo com regras que priorizam o consenso. O resultado deve ser divulgado no início de novembro e a escolhida vai substituir o brasileiro Roberto de Azevêdo.

2 – Multinacionais brasileiras respondem por 24% das exportações do país

Segundo um estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a participação das multinacionais brasileiras na exportação apresenta crescimento maior do que as demais empresas industriais de grande porte não internacionalizadas. 

A análise coletou números de 2013-2019 e pôde perceber que na maior parte do período estudado, as exportações multinacionais cresceram a uma taxa média superior a das empresas industriais. 

O estudo observou o comportamento das exportações das multinacionais em seis setores (produtos alimentícios, celulose e papel, produtos químicos, metalurgia, aparelhos e materiais elétricos, e veículos automotores) e revelou que o crescimento é semelhante em todos. 

Vale ressaltar que toda vez que uma empresa brasileira se internacionaliza, ela não traz apenas benefícios individuais para ela, mas também abrange o país como um todo, ajudando a movimentar a economia.

Para ver mais detalhes do estudo, clique aqui.

3 – Açúcar impulsiona exportações do agronegócio

As exportações de açúcar de cana bruto dobraram, ultrapassando os US$ 420,36 milhões (setembro/2019) para US$ 888,38 milhões (setembro/2020), ou seja, uma alta de 111,3%. 

Entre os principais compradores do produto brasileiro estão: China, Índia, Bagladesh e Indonésia. De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a queda de produção do açúcar em países como a Índia e a Tailândia tem relação direta com o aumento da exportação do produto aqui no Brasil.

Para o agronegócio, isso representa 46% de participação nas exportações brasileiras e o açúcar ultrapassou a soja, que antes representava a maior parte. 

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